segunda-feira, 20 de abril de 2009

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Olha, eu já vi de tudo nessa minha maravilhosa existência com a qual poucas coisas me surpreendem e uma delas é ver que Deus existe realmente.
Como nós vivemos em um mundo consumista em todos os sentidos, principalmente da beleza e as pessoas que são desprovidas de tal, chegam a ser deixadas de lado, pois não vendem capas de nem tipo de revista e nem embalagem de produto algum. Mas gostei tanto do tapa com luva de pelica que essa moça deu não só aos jurados do programa que ela se apresentava, mas sim em todos que a assistiam, chegou sem nenhum apetrecho e ainda por cima creio que tenha ido da maneira mais simplória que ela possa ter criado em seu visual pra poder causar exatamente o sentimento que deixou a todos boquiabertos.
Se ela tivesse um corpão, um belo par de seios ( mesmo que siliconizado ) tivesse ido à um famoso cabeleireiro, colocasse amostra partes do corpo nem precisaria de talento, bastaria rebolar ali por 3 minutos e fazer caras e bocas com certeza, seria aplaudida de pé, afinal pra que talento pra quem não precisa dele? Pois é assim que a mídia mundial funciona e assim que ela ganha em dinheiro.
Mas eu adorei, fiquei encantado e emocionado com o fato dessa pessoa chamada Susan Boyle e sendo fora dos padrões de beleza, e passando por necessidades e chegando a ir creio que a um tipo de Show de Calouros americano, chegou lá, humildemente e até mesmo rindo da própria desgraça e todos os presentes ( júri, platéia e creio que até os telespectadores) riam e a subestimavam, até que de repente, ela disse que iria cantar e não foi lhe dado nem sequer a credibilidade para faze-lo e creio que por muito pouco não a convidaram pra se retirar. Ainda bem que não o fizeram.
Ela simplesmente começou a cantar, com uma voz maravilhosa, com uma harmonia e dentro do tom que deixaria muitas, mas muitas cantoras mesmo, até famosas de queixo caído, ela arrasou, soltou a voz e que voz linda.
E assistindo a um show desses fico a pensar, quem tem o dom não precisa se montar, ser isso ou aquilo e nem tão pouco vender nada mais do que o talento que Deus lhe deu, e deu de coração. Costumo dizer quando alguém vem me apontar algum defeito alheio: Essa pessoa tem alguma qualidade, porque Deus pode até errar, mas não erraria tanto assim, dito e feito, ela não nasceu linda pros padrões de beleza, mas nasceu com a voz que muitas lindas expostas na TV, Rádios e INTERNET nem em sonho tem. Com certeza deve ter causado inveja há muitas e não demora muito alguém vai pensar em querer ganhar algo em cima da linda voz, ela pode até não aparecer frente às TVs, mas nem precisa, o talento dela é maior do que essa parafernália toda e saibam que o vídeo dela na Internet no youtube foi visto por milhares de pessoas, com voz que ela tem, ela vai a qualquer lugar, foge ao controle publico. Parabéns a Susan Boyle, ela merece. Vale à pena conferir http://www.youtube.com/watch?v=aqfHQ-53Ca0&feature=related
e saber que AS APARÊNCIAS ENGANAM!!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Vale à pena assistir


Após uns dias sem escrever aqui por motivos particulares e com uma imensa vontade de relatar algumas coisas que andei assistindo, vendo, sentindo e ouvindo, mas que em momento próprio com certeza os relatarei, já que não tenho o compromisso diário de me manifestar.
Nesses dias nos quais me dediquei exclusivamente a minha pessoa e ao meu lar, aproveitei pra dar uma boa assistida em filmes que sinceramente estão de bom tom e do meu agrado, e um que mexeu comigo, me comoveu e me deu até animo pra poder escrever aqui foi o “La vie en rose“ um documentário sobre a vida da cantora Edith Piaf – Edith Giovanna Gasson – 19/12/1915 + 11/10/1963 – Paris/FR, conhecida como La Môme = Pequeno Pardal. É um filme apaixonante, emocionante e até mesmo comovente.
No filme a gente pode ver de tudo, e poder constatar até mesmo a cumplicidade que alguns amigos de celebridades têm em não serem invasivas nas mais sórdidas atitudes tomadas por eles, e que mesmo com tanta pompa, fama e até mesmo poder, chegam a ter ali relatado as suas fraquezas, seus fracassos e as suas ansiedades, que por vezes chegam a causar-lhes danos irreparáveis.
Neste filme pode-se ouvir várias canções e até mesmo algumas apresentações da cantora pelos famosos teatros de Paris e do mundo, uma cantora que não tem sequer algum apetrecho nos moldes de beleza francesa, de estatura baixa, um rosto nada chamativo, muito magra e até mesmo sem postura e desajeitada e não muito ligada ao visual mas, que quem a ouvia cantar, parava e pensava, pra que? Tanta pompa, tanta arrogância sendo que a mesma estava ali cantando e cantando lindamente, plenamente e arrasando corações e pouco se importando com quem a olhava, afinal o dom de cantar ela tinha e sabia muito bem o que fazer, tanto o fez que ainda hoje podemos assistir um filme de sua vida, pena que não cheguei a assisti-la na TV pois nasci 2 anos após a sua morte, mas ficaria honrado de ter feito parte daquela época, na qual onde pra ser cantora ou cantor era preciso muito mais do que qualidades físicas, o talento de Edith Piaf após mais de 40 anos de sua morte está ai, no cinema, lojas de CDs, internet e onde mais a curiosidade de uma pessoa de bom gosto e fã possa imaginar e pesquisar.O filme em si é pura emoção, do começo ao fim e o cume de tal sentimento ao meu ver foi quando ela perdeu o seu grande amor que se chamava Marcel e na ultima cena na qual ela ao leito de morte, lembra-se de toda a trajetória de sua vida e desse amor que a fazia sofrer e cantar, o término do filme se dá com a musica Je ne regrette rien – Charles Dumont – Lindo, maravilhoso, vale a pena assisti-lo.

terça-feira, 3 de março de 2009

Com ou Sem???

Hoje o assunto é meio que sério afinal quando se trata da saúde tem de ser sério mesmo apesar de que muitos a estejam banalizando e deixando certos cuidados de lado. Principalmente devido a carência da idade, que geralmente acontece em maior numero com a mulher e depois dos 60 anos. A maioria das minhas amizades geralmente é com pessoas mais velhas e tenho notado no decorrer dos anos que a idade, a aposentadoria e o abandono fazem com que se sintam deixadas de lado e até mesmo num poço sem fundo, afinal a mulher após a menopausa começa a ficar carente, ficar preocupada com o visual e sem contar que muitas ficam tão abandonadas que a própria família a deixa só como se fosse um móvel em total abandono dos cupins, cupins esses que na realidade existem: menopausa, vista fraca, osteoporose, bursite e todos os Ites que o corpo feminino adquiriu com o passar dos anos e sem contar que mesmo com a evolução dos anos e da mentalidade feminina muitas ainda não se deram conta de saírem à luta e correrem atrás do prejuízo e algumas ficam tão afoitas que saem à caça de tudo que passar pela frente e visando apenas a quantidade e não a qualidade, e aí que mora o perigo.
O homem quando fica velho também tem as suas mazelas e mesmo assim se acha o bonzão e sem contar que devido a ser desprendido de certas coisas nunca se dá conta de estar fazendo papel de ridículo e aí acaba levando vantagens sobre as mulheres, um senhor de 60 e poucos anos, aposentado, se acha um gatinho, coloca uma camisa mais ou menos florida, uma bermuda, uma meia branquinha e um par de tênis e até mesmo um chapéu ou boné e acha que está arrasando e sai a caça. A mulher já se acha mais vaidosa pra poder esconder a poeira da idade e procura usar umas roupas um tanto largas e sapatos não tão altos assim, manda dar uma pintada nas madeixas e até mesmo carrega na maquiagem pra poder não deixar as famosas bolsas a amostra, pois o peso da vaidade é muito grande e vem com séculos e séculos incrustado na cultura feminina.
Mas o que me deixou meio que preocupado é no sentido da saúde e da carência, o homem nunca vai deixar de ser homem mesmo sendo um broxa e só servindo mesmo pra ocupar espaço na cama e a mulher na cabeça dos machistas sempre será algo vulgar se passar da linha ditada por eles, e agora com essa emancipação feminina, elas simplesmente estão mais audaciosas e indo a caça só que estão pagando um preço pra lá de caro, pois estão se esquecendo de manter um cuidado muito sério que é o uso de preservativos na relação, certo que já tem uma idade avançada, mas não é por isso que estão perto de morrer, se fosse assim não teríamos a mulher mais velha do mundo que acabou de completar 129 anos. O índice chega a ser alarmante afinal de uma década pra cá o percentual saltou na faixa dos 50% a ocorrência da AIDS nas mulheres acima dos 60 anos e o porquê disso tudo? Ao assistir uma entrevista de uma senhora contaminada, a mesma relatou que isso se devia ao parceiro ter pedido pra não usar o tal preservativo e que chegou até ao cumulo de fazer chantagem emocional e dizer que se a mesma não fizesse sexo com ele sem camisinha era sinal de que ela não o amava. E a mesma acabou por ceder e infelizmente estava contaminada por esse vírus. Vírus esse que está rondando, apavorando a todos desde década de 80, quando aconteceu o famoso boom da doença e que era noticia e que chegavam a comentar que se uma pessoa infectada passasse perto de uma sã, só de olhar era provável uma contaminação, mitos foram deixados de lado e muita coisa foi e está sendo feita pra se livrar desse mal, mas não é por isso que devemos abrir a guarda e deixarmos de nos cuidar, e a experiência que tantas pessoas têm e principalmente a intuição feminina não é de se enganar, deveria dar mais atenção a esse detalhe, sexo e cerveja sempre foram uma boa pedida, mas sexo sempre com camisinha e a cerveja pode ser com ou sem, isso é a critério do consumidor. Vai a minha dica.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Um dia ela acorda....Pra vida

Estou numa fase bem de ficar lembrando coisas boas pra poder não me estressar e nem ficar somatizando chatices e conseqüentemente ficar doente por isso resolvi relatar alguns fatos engraçadíssimos que já presenciei. Eu tenho uma amiga acima dos 60 anos que jura que é uma quarentona e mesmo assim com muito cuidado, tanto cuidado que respondeu o ano de seu nascimento fazendo 4 e 3 com os dedos e a mão sobre a mesa pra que ninguém visse, claro que eu vi, achei engraçado e ainda comentei, nossa Sú você é 3 anos mais velha que o Carlos ( risos ) ela quase teve um piripaque na minha frente e no dia que eu brincando a chamei de tia? Foi hilário ( risos ) Má tia não no máximo prima Má, uma mulher formada, estudou nos melhores colégios, aprendeu a tocar piano, viajada e rica, só fumava cigarros com piteiras e longa e usava cílios postiços e tudo e jamais saia rua sem se produzir, uma perua mesmo. Mas como sou desprendido de idade e dessas babaquices de vaidade acho tão bobo ficar escondendo a idade e dando uma de mocinha e até às vezes fazendo papel de ridículo pra chamar a atenção, chega a ser feio, mas voltando ao assunto:
A Sú é uma mulher que nasceu em berço esplendido com tudo a que tinha direito, tudo mesmo, acho que nunca lavou uma peça intima, nunca pegou no cabo de uma vassoura e nem tão pouco as suas mãos sentiram a poeira de uma flanela usada ( risos ) só andava de carro com chofer e ar condicionado pra não sentir calor, nunca acordava antes das 15 horas, alias não sabia nem o que era dar um duro pra ganhar o pão nosso de cada dia. Aí um belo dia seu pai veio a falecer e ela resolveu sair de seu apartamento de frente pra praia de Pitangueiras – Guarujá/SP e foi morar em uma cidade do interior, região de Sorocaba, em uma fazenda que posso dizer era tudo de bom, vários quartos, todas as mordomias e um mundo de regalias, afinal tinha a grana da herança pra usufruir. E a parte mais engraçada das coisas era que ela não se permitia a pegar o próprio copo de água pra tomar e nem tão pouco o cafezinho e adorava contratar empregados, esses serviçais mesmo, desses que fazem tudo e até moram na casa da patroa, pois já viu né, vai ser ocupado direto e folgas semanais e em dias diferenciados para não ficar em total abandono ( risos ) tinha empregada pra cozinhar, pra limpar a casa, tinha administrador da fazenda, chofer e até uma aia pra sua mãe que já tinha mais de 80 anos.
Bom, um belo dia a cozinheira da casa se cansou de tanta frescura e se demitiu, e ela teve de arrumar outra em caráter de urgência afinal ia ter uma recepção em sua casa e onde já se viu uma madame sem cozinheira? E como no interior se arruma muito emprego por indicação de algum funcionário, arrumaram uma dita cuja para ser cozinheira da Su, uma mulher de meia idade, casada e com filho e tudo mais, e como o seu marido também estava desempregado, ela convenceu a Su a contratá-lo pra cuidar dos cães já que a minha amiga também gostava muito de cachorros, pronto ai foi que a coisa desandou ( risos ) Minha amiga não admitia que os funcionários ficassem circulando pela casa a toa e que cumprissem os seus deveres, pois a mesma quando acordava lá pelas 15 horas no mínimo, já vinha na intenção de olhar todos os detalhes para ver se estava tudo de acordo a seu gosto. Pra vocês terem uma idéia ela acordava às 15 horas e só saia de seu quarto após as 17 horas, pois através de sua campainha com controle remoto e tudo, tocava incansável mente pra pedir, água filtrada e refiltrada, cafés e até o maço de cigarros que estava bem dizer ao alcance dos seus olhos, mas que ela não poderia pega-lo. E como ela era a vaidade em pessoa e cheia de não me toques, tinha cabeleireiros pra atendê-la em sua casa, manicures e pra todos, ela tinha apenas uns quarenta e poucos anos e a vaidade chegava a tanto que chegava a diminuir a idade da própria mãe pra não dizer que já tinha passado dos 60 anos, um belo dia conversando com uma turma que eu conheci em uma das várias vezes em que fui a aquela fazenda e cidade, me contaram que o apelido dela era sessentona semi-virgem, eu quase morri de rir, pois a mesma nunca havia se casado e nem tão pouco sido mãe e que devido à cidade ser de difícil acesso a empregos e ela tinha o seu dinheiro, voltando à cozinheira recém contratada, ela era casada e tinha um filho e devido a mãe e pai trabalharem e morarem na fazenda da Su a criança circulava por toda a casa e até se divertia, tanto que um belo dia a minha amiga acordou com o barulho da criança e foi ver o que era, e quando saiu do quarto irritadíssima com o horário e com o rosto inchado de tanto ficar com ele no travesseiro e cabelo em desalinho, a criança virou pra ela e disse: Oi tia ( risos ) Ela passada com esse tia nem respondeu e chamou a cozinheira e disse que ali não era lugar e nem horário pra se fazer barulho e nem criança brincar e por incrível que pareça se dirigiu a cozinha pra pegar um copo da água ( tadinha ) ao atravessar aquela porta estivo vai e vem, deu de cara com o marido da cozinheira, o famoso rapaz que cuidava dos cachorros, simplesmente ele não disse nem bom dia e nem nada, soltou um sonoro: E aí coroa ? – Olha ela ficou tão passada, tão indignada que foi incapaz de chamar a sua atenção. E pela primeira vez ela voltou pro quarto de imediato e me chamou e caiu na risada e sinceramente eu fui obrigado a dar uma gargalhada daquelas, afinal quem se preservava tanto e tinha medo da idade, ser chamada de coroa é o fim. Ai eu falei amiga não é por nada, mas o tempo passou, ela fez de conta que não entendeu, mas um dia ela acorda pra vida e vê que os tempos mudaram e que ela pode correr de tudo, mas nunca poderá fugir da justiça divina, da velhice e da morte porque dessas três fases ninguém escapa. É a lei natural da vida.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Ah se eles trabalhassem!!!!

Como todo mundo sabe, moro no litoral sul de São Paulo, há uns 90 quilômetros da capital, mais popularmente conhecida como Perola do Atlântico. Uma cidade que bem dizendo é bonita sim, mas que ao meu gosto está muita a quem de ser uma senhora cidade, aqui tem todos os defeitos e um pouco a mais por ser uma cidade pequena e com muita politicagem e que sempre atravancam o progresso e o bem estar de seus cidadãos.
Mas tirando as chatices é uma cidade em que se pode viver, senão com certeza eu já teria me mudado daqui há tempos.
Eu quando não morava aqui e vinha a passeio mais parecia um lagarto ou um calango, não saia da praia, do sol e vivia com o meu bronzeado sempre em dia, quem me via jurava que eu era moreno de tão bronzeado que eu vivia, cheguei até fazer permanentes nos cabelos para ficar bonitinho. Bom o tempo passou, as madeixas caíram e restam poucos fios de cabelos e agora mais brancos do que pretos e o bronzeado, coitadinho foi-se embora de tal forma que estou mais branco do que a branca de neve ( risos ) e que nem as minhas caminhadas que eu fazia pelas areias da praia e chegava a andar mais de 4 horas entre ir e vir pelas praias das Astúrias, Pitangueiras e até mesmo a Enseada ( tem 7 quilômetros e que um dia eu cheguei a ir ao fim dessa praia e voltar na caminhada mesmo) e hoje não passo nem perto do calçadão e nem da areia e muito menos me banho, perdi o tesão e me encheu o saco. Ainda mais em alta temporada que a cidade fica com uma população acima de 1 milhão de pessoas sendo que a população efetiva é de apenas 300 mil habitantes. E como a praia aqui principalmente a mais famosa e conhecida e central é a de Pitangueiras fica lotada e é a que eu mais gosto, procuro evitar mas nem é por causa das pessoas porque não chego a ser tão anti social mas é por culpa dos famosos guardas-sol que ficam todos enfileirados, todos alinhados e numa sincronia tão perfeita que sobra pouco espaço para os que gostam de caminhar chegar até a margem da praia, tal fato é tão irritante dá a impressão que a praia é propriedade dos senhores zeladores dos prédios que a demarcação é visível e todos com o nome do prédio e numero dos apartamentos marcados nas cadeiras e nos guardas-sol e chegam até ter funcionários extras na época do ano que se encarregam de levarem toda aquela parafernália pra praia e ficam lá tomando conta pra ninguém sentar, se aproximar e nem tão pouco roubar, agora a praia é um local publico onde a gente tem o direito de ir e vir a qualquer momento mas ali não, pois o espaço é disputadíssimo com as senhores visitantes e também os carrinhos de lanches, camelôs e até umas pessoas engraçadinhas que acha que praia é local pra animal de estimação. Talvez seja esse o motivo que foi me afastando do mar, da praia, do sol, ali é um local maravilhoso pra se exorcizar todos os males e tirar o estresse e até mesmo o olho gordo, mas a ignorância do povo desprovido de educação e inteligência é impar. Prefiro ficar em casa, tomo a minha cerveja sossegado, não tenho gastos extras e nem tão pouco fico a noite a arder devido a queimadura da exposição ao sol. Gostaria que a lei federal usada na praia das Astúrias fossem estendidas as outras praias e assim não tivessem tantos obstáculos para se chegar a beira da praia e fazer minhas caminhadas e que os famosos fiscais trabalhassem com mais afinco e presteza a seus deveres, afinal lei municipal tem para evitar tais abusos, só falta mesmo quem fiscalize e tome conta. Já que o fizeram pra evitar excursões que seja feita também para esse motivo. A praia é de acesso publico a todos então que o seja sem empecilhos, cadeira, guarda-sol, barracas, e tudo mais.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Só eu mesmo!!!

Tem dias que a gente acorda, dando bom dia para os cachorros, que acha graça em tudo e até mesmo se o tempo fechar pra cair aquele temporal a gente acha lindo, mas em compensação tem dias que se um passarinho cantar perto da gente com certeza vai levar um grito, um passa fora e até mesmo vai ouvir um monte de palavrões.
Eu em um belo dia ensolarado acordei com o meu dente o do siso ou mais popularmente conhecido como o dente do juízo doendo, mas doendo tanto que sinceramente cada fisgada que ele me dava que eu ia às portas do céu, batia, esmurrava e chegava a ver São Pedro abrindo a porta pra mim e voltava pra terra tamanha era minha dor. E como sou tão louco que acabei com tudo quanto era remédio para dor e nada de passar, e fui ao dentista pra ele sei lá fazer o que, extrair, arrancar, tomar alguma providencia pra que aquela dor que mais parecia um coração pulsando dentro da minha boca, parasse de me incomodar. Bom fui ao dentista o tal de tão boa vontade mexeu no meu dente, cutucou, abriu, fechou, fez um curativo e me mandou pra casa e disse não posso fazer grande coisa por estar infeccionado e me deu aquela receita daquele remédio horroroso e no ato comprei e tomei mais um pra aliviar a minha dor. Bom como era cedo, e tinha um mundo de coisas pra fazer, não foi um dor de dentes que ia abalar com os meus alicerces e nem tão pouco acabar com o meu dia.
Bom voltando pra casa fui ao centro de Cotia (cidade a 30 quilômetros de São Paulo) onde eu morei por 7 anos, pois precisava pagar umas contas e comprar um colchão novo e um gabinete para colocar na minha cozinha. Até ai tudo bem, mas, quando eu já tinha passado por tudo em questão de dor e perturbação, estava voltando pra minha casa, e de preferência pra deitar um pouco e relaxar. Mas que nada: bem no meio do caminho me apareceu uma família pela frente e puxou papo comigo tipo como se me conhecessem mas eu não me lembrava e eles foram tão incisivos comigo que eu me assustei, e ficaram puxando papos e querendo saber de tudo, sinceramente eu não me recordava naquele dia nem do meu nome e se bobeasse e fosse olhar no espelho não saberia dizer quem eu era, quem dirá uma família inteira em plena calçada e que faziam anos que não os via. O mais engraçado disso tudo é que eu como sempre estou na defensiva e fui me afastando deles e dizendo – Olha gente eu nunca vi vocês na minha vida e nem sei de quem se trata. O senhor veio no ato e disse: - Você tem certeza que não me conhece e nem a minha família? Mais rápido do que um gatilho, disse – Nunca vi vocês e nem tão pouco os conheço e nem sei de quem se trata. Meu ledo engano.
O Senhor simplesmente disse: - Seu nome é Marcelo, filho da dona Joana, seu irmão chama-se Wilson e você morava na rua tal, numero tal em tal bairro? Respondi – Isso mesmo e como o senhor sabe disso? Ele virou e me disse: - Eu sou o seu João, que tinha um bar nessa mesma rua e que a sua família toda freqüentava a minha casa e a minha ia à sua. Puts, quase morri de vergonha, sinceramente nem sabia onde enfiar a minha cara linda naquele momento e só me restou um pedido de desculpas e ainda completei – Chamando o senhor lá pelo apelido e tudo que eu me lembrei dizendo: Olha fulano me desculpe, mas é que eu estou com uma dor de dentes daquelas e tomei todos os remédios que tinha para a dor e com esse calor eu não estou conseguindo nem pensar direito, me despedi e fui de fininho pra minha casa, porque só eu mesmo pra dar um fora desse. Ninguém merece (risos)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

QUEM MUITO FALA

Eu adoro animais, alias todos os animais e não seria tão insano a tal ponto de dizer que os peçonhentos fariam parte do meu convívio, mas sinceramente eles têm lá sua beleza e o seu lugar junto à natureza. Eu sempre tive animais em minha casa, de coelhos, tartarugas (jabuti), peixes em aquário, cachorros de diversas raças e tamanhos, pássaros e tudo mais só o único que ainda não tive e tenho esse desejo de ter ainda é um papagaio que por incrível que pareça é meio complicado devido aos meios legais e órgãos de defesa dos animais. Mas quem sabe um dia.
O que me deixou triste é ver que algumas pessoas estão criando certos animais com o intuito da malandragem, da maldade e para o mundo do crime. Há algum tempo atrás eu assisti a uma reportagem sobre um coelho que era alimentado com maconha e que já estava tão viciado que ficava totalmente agressivo com a falta de tal alimento, uns bandidos que carregavam uma cobra e pra poder obter os seus furtos sem muita reação a usavam como arma e saqueavam a vitima (já foram presos) aqui pelo litoral tinha um tal sujeito que usava um cachorro da raça pitbull pra intimidar também as suas vitimas e lá no Rio de Janeiro, cidade maravilhosa usavam jacarés pra lá de irritados e arredios pra poderem morder, e que mordida, em pessoas que não estivesse de acordo com o sistema deles, e a ultima que eu vi realmente é o fim da picada, é a banalização contra os animais e a natureza.
Uma senhora de 81 anos, cafetina e no mundo do crime, tem um apartamento no centro velho de São Paulo, boca do lixo mesmo, onde ali se viraram meninas de vida nada fácil e a tal senhora vendia as suas drogas, e com o auxilio de um papagaio a alertava quando da entrada de pessoas estranhas naquele recinto, até o presente momento eu não entendi muito como ele definia se a pessoa era estranha e o porquê, afinal ali era uma casa de saturação e o famoso entra e sai e o bate porta deveria ser constante. Como será que a dita cuja dona do mafuá conseguiu dar a esse animal lindo por excelência esse péssimo discernimento, dele poder avisar e tudo mais. Pois quando eram clientes com certeza, o bichinho nada fazia, vai ver que tinha até uma certa intimidade com os freqüentadores assíduos daquele antro, e quando era uma pessoa comum ou policial o danadinho dava um alarme, e tão preciso que nem os alarmes residências e bancos são tão eficazes assim. Isso é que é inteligência e perspicácia
Agora esse animal foi tirado da natureza, onde vivia, para viver sobre a guarda de uma mulher que o usava com péssimas intenções e com certeza, ele deve ter adquirido alguns vícios devido a convivência e que sem qualquer margem de duvida nunca mais vai poder voltar a natureza e que provavelmente irá parar em algum zoológico e até mesmo uma instituição para ficar de quarentena porque não vão deixar ele ficar junto aos outros animais até que façam todos os exames, ainda bem que é um pássaro e assim sendo acredito eu que não tenha doenças tão graves assim, já que convivia em um ambiente imundo no meio de preservativos, drogas e lixo, de quinta categoria e até mesmo de sua gaiola de onde poderia assistir a diversas coisas que ficarão marcadas na memória desse pobre e lindo bichinho. Bem diz o ditado: Quem muito fala, acaba dando bom dia a cavalo, no caso dele, deu uma de olheiro contra policia, se ele soubesse com certeza soltaria fogos. É demais.